SENCIÊNCIA ANIMAL, ANATOMOFISIOLOGIA E FILOSOFIA
DOI:
https://doi.org/10.15202/twxgbf48Palavras-chave:
Consciência, Dor., Prazer, Neurociência, FilósofosResumo
Atualmente a ciência não deixa dúvidas sobre a existência da sensibilidade e consciência dos animais. Sendo que a senciência pode ser interpretada como a capacidade de ter a consciência de sensações. Os seres que a possuem apresentam habilidades cerebrais cognitivas, emocionais (envolvendo os sentimentos, lembranças, compreensão ambiental, associar ideais, fazer escolhas, planejar ações, avaliação de riscos e a consciência) e processamento dos cinco sentidos, todas operadas pelo sistema nervoso, tanto em humanos quanto em animais, com áreas diferentes agindo em conjunto. Sendo que o princípio da senciência deve ser usado como critério para garantir direitos aos animais não humanos. Pois as questões morais, são levadas a discussões de impacto mundial, pela necessidade de se refletir os aspectos de tratamento animal e influencias políticas, governamentais e de legislações. Reconhecendo o direito de todos os seres viver com dignidade e não serem tratados como bens móveis. Assim se não é permitido infligir dor e sofrimento aos humanos, não se poderia igualmente aceitar tais condutas aos animais, com base na premissa de que eles também são seres sencientes. Não devendo os humanos avaliar se os animais pensam, raciocinam ou falam, mas sim que o que estes sentem. Objetiva-se com o presente estabelecer uma discussão envolvendo aspectos anatomofisiologicos e filosóficos sobre a senciência e consciência animal, com a finalidade de defender estas temáticas em benefício aos animais.
Palavras-chave: Consciência. Dor. Prazer. Neurociência. Filósofos.